Imagem indicando plano A ou B sobre Escolher o Plano de Saúde Ideal

Como Escolher o Plano de Saúde Ideal? Dicas Essenciais para Não Errar

Escolher um plano de saúde pode parecer uma tarefa desafiadora diante de tantas opções, coberturas e termos técnicos.

Para ajudar você, reunimos as dicas essenciais que devem ser consideradas antes de fechar contrato. Confira!

1. Avalie as Suas Necessidades (e da Sua Família)

O primeiro passo é entender exatamente o que você precisa no momento:

Perfil dos dependentes: Crianças e idosos costumam demandar mais consultas e especialidades específicas (como pediatria e geriatria).

Planejamento futuro: Está planejando uma gravidez? Se sim, a cobertura obstétrica será indispensável.

 

2. Entenda a Abrangência Geográfica

A área de atendimento do plano faz toda a diferença no valor final da mensalidade:

Municipal/Regional: Ideal para quem raramente viaja e realiza a maior parte das atividades na própria cidade ou região metropolitana. Costuma ser mais econômico.

Nacional: Recomendado para quem viaja com frequência a trabalho ou lazer e precisa de garantia de atendimento em qualquer lugar do país.

 

3. Conheça a Rede Credenciada

Antes de assinar o contrato, confira a lista de hospitais.

Os hospitais mais próximos da sua residência ou trabalho fazem parte da rede de urgência e emergência?

Dica de ouro: Verifique se a rede credenciada é estável ou se a operadora costuma descredenciar hospitais e laboratórios com frequência.

 

4. Tipo de Acomodação: Enfermaria ou Apartamento?

Em caso de internação, o tipo de acomodação impacta diretamente o valor da mensalidade:

Enfermaria (Coletivo): O quarto é compartilhado com outros pacientes. É a opção mais acessível financeiramente.

Hoje a enfermeira são de 2 pacientes por quarto.

Apartamento (Individual): Quarto privativo, com direito a acompanhante em tempo integral. Garante mais privacidade e conforto, mas encarece o plano.

 

5. Escolha entre Coparticipação ou Valor Fixo

Com Coparticipação: A mensalidade fixa é menor, mas você paga uma pequena porcentagem a cada consulta ou exame realizado. É excelente para quem usa pouco o plano.

Sem Coparticipação: A mensalidade é mais alta, porém fixa. Você pode realizar consultas e exames sem custos adicionais na fatura do mês. Indicado para quem faz uso frequente dos serviços de saúde.

Aqui você deve avaliar a frequência de uso: Você costuma ir ao médico apenas para exames de rotina? ou precisa de acompanhamento constante para alguma condição específica?

6. Atenção aos Prazos de Carência

A carência é o tempo que você precisa esperar após a contratação para começar a utilizar determinados serviços. Fique atento aos prazos máximos estabelecidos pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar):

Urgência e emergência: 24 horas.

Consultas e exames simples: Geralmente até 30 dias (máximo legal de 180 dias).

Internações e cirurgias: Até 180 dias.

Parto a termo: Até 300 dias.

Quer contratar um plano para ter direito a cobertura de maternidade, faça isso antes de engravidar.

Doenças ou lesões preexistentes: Até 24 meses (cobertura parcial temporária).
Escolher o plano de saúde ideal exige colocar na balança o custo-benefício, o seu momento de vida e as suas necessidades de saúde.

Não analise apenas o preço da mensalidade; leia o contrato com atenção e tire todas as dúvidas com o corretor antes de assinar.
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